Náutico vacila no fim e fica no 1x1 com o Vasco

Foto: Vitor Brügger/Vasco


 O Náutico quebrou o recorde de maior invencibilidade no início da Série B do Campeonato Brasileiro. Agora, o Timbu está há 12 jogos sem perder no torneio. Mas os semblantes dos atletas e do técnico Hélio dos Anjos passaram longe de demonstrar alegria. Pudera: o Timbu estava ganhando por 1x0 do Vasco até os 47 minutos do segundo tempo, quando sofreu o empate. O resultado de 1x1 em São Januário mantém os pernambucanos na liderança, mas deixa um gosto amargo. 


Seja como mandante ou visitante, o Náutico tem como comportamento padrão manter a marcação alta, pressionar a saída do adversário e assustar por meio das jogadas de bola parada. Foi assim no primeiro tempo contra o Vasco. O Timbu, ainda que tenha sofrido dois sustos, sendo um deles um gol bem anulado dos cariocas, foi superior, sendo coroado com a vantagem inicial.


O maior trunfo do Náutico no primeiro tempo foi a bola parada. Foram sete escanteios contra nenhum do Vasco - fora cobranças de falta venenosas. O artifício, que já tinha garantido sete dos 18 gols do Timbu na Série B, foi o responsável pelo gol dos pernambucanos.


Jean Carlos cobrou escanteio fechado, como de costume. Foi assim que o Náutico marcou gols contra Guarani, Botafogo, Operário/PR e Ponte Preta. Tática que surtiu efeito novamente. Vinícius desviou bem de cabeça e encobriu o goleiro Vanderlei. Jogada nada surpreendente, mas bem eficaz para abrir o placar em São Januário. 


O 1x0 por pouco não virou 2x0. Jean Carlos e Trindade obrigaram o goleiro Vanderlei a fazer ótimas defesas. Vinícius, em drible sensacional pela esquerda, teve chance de também ser o garçom do dia, mas errou na assistência.


Com as entradas de Léo Jabá e Juninho, o Vasco equilibrou as ações ofensivas e passou a pressionar o Náutico. Os visitantes seguiam com a mesma estratégia de aproveitar as bolas paradas. Kieza, após escanteio de Jean, não fez o segundo por conta da ótima defesa de Vanderlei.


Com Léo Jabá e Cano, o Vasco teve boas chances na entrada da área. Porém, foi Camutanga quem quase deu alegria aos vascaínos. Após cruzamento pela esquerda, o zagueiro tentou cortar e acertou o travessão de Alex Alves. 


Até os 47 minutos, o Náutico sentia o sabor de sair de São Januário com os três pontos. Um erro na saída de bola, contudo, gerou o contra-ataque que trouxe o pesadelo dos alvirrubros. Morato saiu na cara do gol e estufou as redes do Timbu. Empate nos acréscimos. Mais um resultado de igualdade indigesto para os pernambucanos, embora diante de um adversário difícil e jogando fora de casa.


Ficha técnica


Vasco 1

Vanderlei; Léo Matos (Riquelme), Ernando, Leandro Castan e Zeca; Andrey, Matias Galarza (Juninho), Marquinhos Gabriel (Arthur Sales) e MT (Léo Jabá); Gabriel Pec (Morato) e Cano. Técnico: Marcelo Cabo.


Náutico 1 

Alex Alves; Bryan, Camutanga, Carlão e Rafinha; Rhaldney (Djavan), Trindade (Iago Dias), Marciel (Luiz Henrique) e Jean Carlos; Vinicius e Kieza (Paiva). Técnico: Hélio dos Anjos 


Local: São Januário (Rio de Janeiro/RJ)

Árbitro: Ramon Abatte Abel (SC)

Assistentes: Alex dos Santos e Eder Alexandre (ambos de SC)

Gols: Vinícius (aos 32 do 2ºT) e Morato (aos 47 do 2ºT)

Cartões amarelos: Gabriel Pec, Leo Matos (V); Rhaldney, Trindade, Djavan, Vinicius, Hélio dos Anjos, Carlão (N)


Fonte: William Tavares

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